A sustentabilidade na construção civil

Os resíduos da construção civil estão entre os maiores poluidores do mundo. Por este motivo muito se tem pensado na questão da sustentabilidade neste setor. Abaixo vamos listar algumas alternativas para você tornar a sua obra mais sustentável. 

1 – A ESCOLHA DO SISTEMA CONSTRUTIVO

Tudo começa com a escolha mais adequada do sistema construtivo. Prefira aqueles inteligentes que geram menos resíduo, uma obra limpa ou seca. Como por exemplo: steel frame, wood frame e madeira (a madeira captura o co² da atmosfera e neutraliza o carbono). 

2 – VENTILAÇÃO NATURAL

O uso deste recurso traz uma série de vantagens para a edificação. Uma delas é a troca constante do ar interno, criando ambientes salubres e confortáveis. Também reduz os gastos energéticos, principalmente a diminuição do uso de ar condicionado que é um dos principais consumidores de energia. 

3 – ILUMINAÇÃO

A iluminação natural é muito importante no dia a dia, prever formas de captar ela nos ambientes faz parte de um bom projeto de arquitetura. Pode trazer uma série de benefícios que vão desde a economia de energia elétrica até benefícios para saúde e conforto visual. 

4 – DISPOSITIVOS PARA REDUÇÃO DO CONSUMO DE ÁGUA

Hoje no mercado já é facilmente encontrado vasos sanitários com duplo acionamento de descarga, possibilitando a escolha da quantidade de litros a ser dispensada. Além disso o uso de aeradores e temporizadores nas torneiras pode gerar uma grande economia.

5 – REAPROVEITAMENTO DAS ÁGUAS

A captação das águas pluviais, obrigatórias em muitas cidades do Brasil, é um excelente recurso para o reaproveitamento, podendo ser usada nas tarefas domésticas que mais consomem água, como lavar a calçada, o carro e até no vaso sanitário.

6 – TRATAMENTO DE ESGOTO

A utilização de sistemas alternativos para tratamento de esgotos já é comum em diversas partes do mundo, porém pouco difundido no Brasil. O tratamento das águas cinzas é relativamente simples, dependendo do objetivo do reuso, podendo ser feito nas próprias residências, inclusive com aplicação direta no solo, para irrigação de árvores e jardins. Já os de água negra, oriundos dos vasos sanitários, necessitam de sistemas de tratamento mais complexos para reduzir sua carga de agentes patogênicos.

Neste contexto uma série de soluções alternativas tem sido apresentadas, testadas e implantadas em todo o mundo. Algumas delas são: BET (Bacia de Evapotranspiração), a Fossa Séptica Biodigestora, os Biodigestores Chinês e Indiano, o sanitário compostável seco e os Filtros Biológicos.

7 – TECNOLOGIAS DE ENERGIA LIMPA

As energias renováveis que não causam poluição pela emissão de substâncias são chamadas de energias limpas e incluem: solar, eólica, geotérmica, maremotriz e hidráulica.

A mais conhecida e aplicada nas residências são as conhecidas placas solares: Toda energia que recebemos do sol pode ser aproveitada por meio de painéis com células fotovoltaicas. Essa energia térmica captada pode ser usada de modo direto em residências, como para aquecer a água do chuveiro ou aquecer ambientes, e pode também ser usada indiretamente para a geração de energia elétrica.

8 – ESCOLHA DAS LÂMPADAS

Como já comentamos nos posts anteriores as lâmpadas incandescentes gastam mais energia que outras opções e iluminam pouco. Prefira as lâmpadas de LED como uma opção ecológica.

9  – TELHADOS VERDES 

Os telhados verdes são aqueles compostos por vegetação como gramíneas e arbustos instalados no topo dos telhados das casas ou em lajes de concreto na cobertura de edifícios. A principal vantagem dessa tecnologia é a absorção de parte da radiação solar, o que reduz as ilhas de calor e aumenta a qualidade ambiental das cidades. Além disso, a cobertura verde também melhora o isolamento térmico interno, o que possibilita temperaturas mais amenas no verão e, e, consequentemente, a menor necessidade de ar-condicionado e consumo de energia elétrica das edificações.

Apesar dos desafios, começar essa mudança com pequenos investimentos para sua casa, pode não só fazer a diferença a nível local como incentivar que a vizinhança, a comunidade e a cidade adotem atitudes para viver numa sociedade mais consciente. É hora de começar a pensar no futuro que pretendemos deixar para as gerações seguintes.

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Sistemas Construtivos: Madeira

A construção em madeira é uma das mais antigas que se tem registro. O material apresenta vantagens como durabilidade, economia e conforto térmico, por isso continua sendo amplamente utilizada na arquitetura, principalmente no Canadá, na Europa e no Japão.

No Brasil a madeira é facilmente encontrada, porém com o desmatamento das florestas é preciso conhecer a procedência do material. Adquirir apenas madeiras certificadas e estar atento na escolha das espécies ideais para cada parte da construção pode contribuir para um menor impacto ambiental.

Ao contrário do que muitas pessoas acham, a madeira é o material mais sustentável que existe, isso porque ela tem a capacidade de sequestrar o Co2 liberado na atmosfera através dos processos da poluição.

As madeiras utilizadas hoje na construção civil são de excelente qualidade, com alta tecnologia desenvolvida para que seu desempenho seja, muitas vezes, melhor que uma construção em alvenaria convencional. É preciso acabar com o mito da casa de madeira da lenda dos 3 porquinhos.

Vantagens

  • A madeira garante um ótimo conforto térmico e acústico;
  • Seu material tem aspecto aconchegante e acolhedor;
  • Sua construção é rápida;
  • Estrutura mais leve permite economizar na hora de fazer a fundação da casa, pois não há necessidade de suportar pesos elevados, como a estrutura de concreto armado.


Edifício de madeira mais alto do mundo, construído no Canadá possui 18 pavimentos.

Manutenção

A manutenção de uma casa de madeira é muito simples. Basicamente a madeira deverá ser envernizada, na parte externa da casa, a cada 2 anos ou quando a madeira não mais tiver a proteção do verniz. As demais manutenções são corriqueiras como em qualquer outro sistema construtivo.

Durabilidade

Uma edificação em madeira pode durar muitos séculos se tiver uma manutenção adequada. Como exemplo disso temos os templos Chineses e Japoneses.

Estética

As casas em madeira possuem uma estética diferenciada. Seu charme é intenso e a madeira deixa a casa com um ambiente mais acolhedor.

Preço

Uma casa em madeira geralmente tem um custo menor do que uma casa em alvenaria, além disso, a obra gera muito menos entulho pois não há muita quebradeira e poeira.

O preço de uma construção em madeira chega a ser até 20% mais barato do que a mesma construção convencional.

Agilidade

Em uma construção em madeira o tempo de obra é bem menor se comparado a casa de alvenaria.

Isolamentos

Morar em uma casa de madeira pode ser extremamente confortável e aconchegante, isso porque a madeira é um material com um bom isolamento de temperatura e som. A madeira proporciona uma casa mais silenciosa e, pela propriedade térmica do material, os invernos serão mais quentes e os verões mais frescos dentro da casa.

Uma saúde melhor

A madeira é uma grande aliada no combate às doenças alérgicas e respiratórias no geral, pois ajuda na purificação do ar e da umidade. 

Precauções

A madeira precisa de uma série de cuidados a mais do que uma casa de alvenaria. Não tratar a casa contra cupins, umidade e desgaste das ações do tempo certamente farão com que a casa tenha uma vida útil menor.

Qualidade no material

Agora que já falamos dos benefícios da construção em madeira, lembre-se sempre de buscar materiais de alta qualidade, com certificado de procedência. Sua casa deve ser construída com material de alta qualidade, pois uma madeira mais barata pode comprometer a estrutura da casa e em algum desastre natural a casa pode ficar comprometida.

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Vamos falar sobre a escolha de pisos e revestimentos

Entrar em uma loja de materiais de construção pode parecer uma diversão para algumas pessoas. Há uma infinidade de tipos de pisos, são cores, materiais, texturas uma mais linda que a outra, uma tarefa nada fácil na hora de decidir a qual levar.

A escolha de pisos e revestimentos é uma etapa fundamental de um projeto. A escolha requer conhecimento técnico afinal de contas eles que irão garantir conforto, segurança e a beleza do ambiente.

Mas como fazer a escolha certa para cada ambiente? Reunimos algumas dicas para ajudá-lo na hora da compra. 

1 – Banheiro: um item muito importante que deve ser levado em consideração na escolha de um piso de banheiro é a questão da aderência, por ser um cômodo úmido o ideal é trabalhar com piso antiderrapante para evitar acidentes. Quanto a cor não existe uma ideal ou mais indicada, tudo vai depender do tamanho, do gosto e da impressão que queira dar ao ambiente. Texturas nas paredes são sempre bem-vindas.

2 – Cozinha: Assim como no banheiro, o piso da cozinha não pode ser escorregadio. Evite pisos rugosos, a gordura vinda do fogão durante o preparo dos alimentos pode dificultar a limpeza. Quanto ao revestimento prefira materiais que sejam de fácil manutenção e limpeza. Para cozinhas maiores e mais abertas use e abuse das cores, já para as menores prefira as cores mais claras para dar amplitude ao ambiente.

3 – Salas: Deve ser avaliado o efeito que você gostaria de imprimir no chão, o piso preferido pela maioria dos profissionais para salas é o porcelanato ou cerâmico. Isso porque, ele possui diversos formatos, cores, acabamentos além de muito resistente, o que é bom para um ambiente que possui bastante circulação.

4 – Quartos: Para um ambiente que pede mais aconchego o ideal é investir em um piso mais quente como os laminados de madeira, os pisos vinílicos ou até mesmo os carpetes, que garantem um melhor conforto térmico.

5 – Ambientes externos: A segurança é essencial na escolha dos pisos externos devido aos fatores naturais como chuva e sol. O ideal é trabalhar com pedras brutas que não escorreguem e não esquentem. Além de possuir uma alta resistência, essas pedras são antiderrapantes e possuem um visual interessante.

Analise todas as alternativas e escolha a que melhor de adapta às suas necessidades, lembrando que os revestimentos e pisos são responsáveis por grande parte da aparência que terá o ambiente. Sempre que possível conte com um profissional para auxiliar nesta escolha.

A Casas Curitiba oferece todo apoio e acompanhamento na escolha dos materiais de acabamento, trazendo maior tranquilidade e conforto aos seus clientes.

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Vamos falar sobre iluminação (parte 4)

Balizadores: São usados normalmente em escadas para valorizar os degraus e deixar mais funcional. Mas também podem ser usados em corredores e outros lugares para destacar piso e paredes.
  

Pendente: Elas dão um toque decorativo muito especial ao ambiente. Geralmente, elas são utilizadas para criar um foco de luz sobre mesas, aparados, bancadas etc. Uma dica muito legal é usá-la sobre as mesas de cabeceiras nos quartos.
  

Lustre: O lustre é um tipo de pendente, porém, com um apelo decorativo ainda maior. Para escolher um lustre você precisa observar o tamanho da superfície que ficará abaixo.
  

Plafom: São luminárias instaladas junto ao teto, produzindo um efeito de luz indireta. Elas podem ser usadas em diferentes ambientes, de salas a banheiros, criando um ambiente cheio de charme.
 

Embutidas: São aquelas que ficam embutidas no forro. Eles deixam o teto com um acabamento bastante minimalista e limpo.
  

Spot: As luminárias spot, assim como as embutidas, servem para dar foco em algum lugar, porém, com uma luz muito mais direcionada. 
  


Pode parecer simples fazer um projeto luminotécnico, mas não é, é necessário estudo e dedicação para entender bem o efeito de cada lâmpada, onde utilizá-la, assim como cada luminária. Por isso, o acompanhamento de um profissional especializado e a escolha de uma loja com produtos de qualidade é essencial.

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Vamos falar sobre iluminação (parte 3)

Tipos de luminárias 

Há uma variedade muito grande de modelo de luminárias e cada tipo possui uma função. Muita gente lembra, quando falamos em luminárias, das de embutir e dos pendentes. Um bom projeto de iluminação prevê peças que deixam o ambiente ainda mais atrativo. 

Abaixo segue uma pequena listagem dos tipos de luminárias: 

Abajures: São peças utilizadas uma iluminação pontual, são usados, nas mesas de cabeceiras, laterais de sofás, aparadores e mesas de escritório.
 

Luminárias de chão: Por serem maiores, essas luminárias também tem um forte apelo decorativo, com diversos modelos disponíveis no mercado. São ótimas opções perto de sofás ou na entrada de um ambiente.
  

Arandelas: São utilizadas para dar destaque a uma parede ou até mesmo nas laterais de espelhos no banheiro e nas cabeceiras.
 

Fita de LED: Utilizadas em sancas, mobiliários em geral, espelhos etc., valorizando os ambientes.

Continua...

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